O psicodiagnóstico, geralmente, é o primeiro passo quando pensamos em compreender a queixa ou situação de desafio vivenciada por uma pessoa.

Através dele, podemos tomar melhores decisões a respeito de como conduzir o caso, solucionar impasses e conflitos ou fazer previsões sobre o quadro que se apresenta.

Pessoas de qualquer idade ou situação podem passar por um processo de psicodiagnóstico:

- Pretendentes a vagas de trabalho em organizações;
- Crianças com algum desafio no desenvolvimento;
- Indivíduos com casos a serem avaliados no contexto forense;
- Candidatos a cirurgias bariátricas;
- Pessoas que precisem de um diagnóstico diferencial;
- Famílias com questões a serem compreendidas, entre outras situações.


É um processo que costuma durar entre 8 e 12 sessões e é realizado através de entrevistas, aplicação de instrumentos de avaliação e questionários.

Por meio do psicodiagnóstico, é possível compreender estrutura e dinâmica mental, emocional e social da pessoa, suas habilidades e competências, desafios enfrentados, aspectos de sua personalidade, bem como o histórico relacionado à queixa.

É empregado um modelo de diagnóstico interventivo no qual a interação que ocorre entre o profissional e aquele que passa pela avaliação pode ir causando mudanças na forma de a pessoa vivenciar e compreender sua queixa, já mesmo durante o processo.

Ao final, o indivíduo adquire uma compreensão maior sobre a situação que está enfrentando, o profissional tem os principais elementos para um possível prognóstico e, juntamente com o avaliado, realiza-se o melhor encaminhamento para a queixa inicial e seus desdobramentos.


Atualmente realizo psicodiagnósticos apenas de adolescentes e adultos.





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